quinta-feira, 8 de março de 2018

Carpegiani exalta segunda etapa do Fla e Julio Cesar: 'Vale muito a pena'

Carpegiani
LANCE
Um primeiro tempo fraco, uma etapa final satisfatória. Esse foi o entendimento do treinador Carpegiani após a vitória do Flamengo por 3 a 0 sobre o Boavista - todos gols foram marcados depois do final. Para o técnico, a equipe fez uma apresentação segura durante todo o jogo, mas faltou um pouco de inciativa na primeira etapa. O problema foi resolvido na volta do intervalo, observou Carpa.

- Do outro lado, encontramos uma equipe que há alguns dias fez um grande jogo contra o Vasco. Fizeram um bom jogo, bem fechados, mas tivemos uma atuação bem segura - analisou o técnico Carpegiani, antes de completar:

- Eles estiveram muito fechados, faltou um pouco de iniciativa, de acelerar um pouco mais... Na volta do intervalo fizemos isso. Essa foi a diferença - avaliou.

O grande personagem da partida foi Julio Cesar, apesar de não ter sido muito exigido pelo ataque adversário. O treinador exaltou a presença do camisa 12.

terça-feira, 6 de março de 2018

Flamengo espera retorno de Guerrero aos treinos e vai avaliar reativação de contrato

Guerrero em dividida com Renê Junior, hoje no Corinthians: registro é de última partida do atacante pelo Flamengo, no dia 19 de outubro (Foto: André Durão)
Guerrero em dividida com Renê Junior, hoje no Corinthians: registro é de última partida do atacante pelo Flamengo, no dia 19 de outubro (Foto: André Durão)
Por Amanda Kestelman e Raphael Zarko, Globo Esporte
A partir do dia 20 de março, Paolo Guerrero está liberado para voltar, com restrições, à atividade profissional. Se não pode atuar, o jogador - que está de volta a Lima, capital peruana - pode voltar aos treinos no Flamengo ou na seleção peruana. A data respeita os 45 dias - previstos pelo regulamento antidoping da Fifa - antes do dia 3 de maio, fim da suspensão imposta ao atleta.

O Flamengo discute o retorno do atacante e a reativação do contrato do atleta, suspenso desde o anúncio da suspensão de um ano por doping no fim do ano passado - a pena depois caiu para seis meses. Sem entrar em detalhes e ainda sem data para o retorno de Guerrero, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Ricardo Lomba, abriu as portas do clube para o peruano.

Julio Cesar treina ao lado de Diego Alves e vai fazer estreia contra o Boavista

Julio Cesar - Goleiro do Flamengo
Julio Cesar durante treino no Ninho do Urubu nesta semana (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Por Amanda Kestelman, Rio de Janeiro
Está chegando a hora de um reencontro muito aguardado. O goleiro Julio Cesar vai ser titular do Flamengo e vai vestir a camisa 12 nesta quarta-feira contra o Boavista - conforme notificou o site "Uol". O jogador de 39 anos foi anunciado no fim de janeiro e estava treinando para readquirir a forma física durante todo o mês de feveireiro.

No treino da véspera da partida, marcada para as 21h45, em Volta Redonda, o veterano fez atividades ao lado de Diego Alves, camisa 1 e titular absoluto do Flamengo.

Sem Diego Alves, que será poupado, o técnico Paulo César Carpegiani deve ir a campo com poucas mudanças e com o retorno de Cuéllar, suspenso na última partida. A provável escalação é: Julio Cesar, Rodinei, Rhodolfo, Juan, Renê; Cuéllar, Diego, Lucas Paquetá, Everton e Éverton Ribeiro; Henrique Dourado.

domingo, 4 de março de 2018

Pressão demais no Fla? Carpegiani diz: 'Existe uma cobrança exagerada'

Carpegiani
Não gostou: Carpegiani saiu em defesa de sua equipe após críticas (Foto: Celso Pupo/Fotoarena/Lancepress!)
Matheus Dantas
Carpegiani deixou o gramado do Nilton Santos satisfeito com o desempenho do Flamengo na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, na Taça Rio, mas irritou-se com os questionamentos sobre o desempenho da equipe após a partida. Ao ser questionado se o triunfo deste sábado "aliviava a pressão após a semana conturbada", o treinador afirmou que a pressão sobre seu time é exagerada.

- Há uma cobrança exagerada em cima do time. Estão emendando resultados. O Flamengo é o único com vantagem lá na frente (no Estadual, por conta do titulo da Taça Guanabara). Existe uma cobrança exagerada - afirmou Carpa.

Na sequência, o treinador voltou a ponderar os resultados contra o Fluminense, derrota por 4 a 0 pela Taça Rio, e River Plate, empate em 2 a 2 na Libertadores.

Confira:

- Contra o Fluminense, foi um time que não vinha atuando, um time mesclado. Deixei fora jogadores para preservá-los para o jogo contra o River Plate (ARG).

- Contra o River Plate, enfrentamos uma equipe tradicional no cenário mundial, que fez grande investimento e se prepararam bem para o torneio. Arbitragem foi horrível, como foi em boa parte hoje (sábado). Ninguém fala como ocorreu esse 2 a 2. O importante foi vencer. Nem sempre é possível ser exuberante.



3 de março nascia Zico o rei da nação rubro-negra

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No dia 03 de março de 1953, às sete horas da manhã, no número sete da rua Lucinda Barbosa, no bairro de Quintino, zona norte do Rio de Janeiro, o mundo começava a mudar. Naquela casa familiar nascia um Rei.

Nascia Zico.

Hoje, 65 anos depois, Ele continua o ídolo máximo e eterno de mais de 40 milhões de corações espalhados pelo mundo inteiro. Um ídolo não só como jogador, mas exemplo como pessoa, como atleta, como profissional, como pai de família.

Você pode perguntar a qualquer torcedor de qualquer time do Brasil. Quem foi o maior jogador da história do seu time? Quem foi o melhor jogador da história do seu time? Quem é o seu maior ídolo?

Em todos você terá respostas diferentes. Menos em um. Apenas em um time você encontrará a mesma resposta.

No Flamengo.

Zico.

Quis o destino que Zico completasse 65 anos no mesmo dia em que o Flamengo enfrenta aquele rival que ele mais gostava de vencer: o Botafogo. Zico já disse, inúmeras vezes, que enfrentar o Botafogo era diferente. Era especial.

Ele estava na arquibancada no Dia da Infâmia, em 1972. Jurou vingança. A perseguiu por nove anos até finalmente agarrá-la em 08 de novembro de 1981, o primeiro ano do resto de nossas vidas. E não foi só ali. Sua gana em vencer o rival do “bicho certo” era tanta que a antiga vantagem deles virou freguesia nos pés do camisa 10.

Mas não foi o Botafogo sua maior vítima. Dentre os rivais cariocas, Zico foi implacável com o Fluminense, foi o Ai, Jesus dos clássicos no Maracanã. Foram 27 gols nos tricolores. A semana antes de um Fla-Flu era de pânico nas Laranjeiras.

Em 1976, foi uma Zicovardia. Quatro gols no mesmo jogo contra a “máquina”. O dia em que Zico virou ídolo.

Dez anos depois, Estávamos aos milhares no Maracanã naquele 16 de fevereiro de 1986 quando Ele silenciou as arquibancadas à direita das cabines de rádio e TV por três vezes. O dia em que Zico limpou todas as feridas abertas por Marcio Nunes um ano antes e nos fez voltar a sorrir e chorar de alegria com sua ressurreição no futebol.

E o maior rival, o Vasco, é outro ator coadjuvante na história do Galinho. Aquele escanteio cobrado em 1978 para Rondinelli. Zico não era o cobrador comum nessa jogada, mas o tempo era curto, o gol precisava sair e Ele viu quando o “Deus da Raça” disparou do campo rubro-negro e pediu a bola. Ela foi, na medida, na perfeição, na cabeça do zagueirão que deixou Leão humilhado no fundo da rede. Era o lançamento da pedra fundamental do time que conquistou e encantou o mundo em 1981.

Todo rubro-negro já viu e reviu esses lances e todos os outros. Estávamos em todos os gols ali na geral gritando Seu nome. Estavámos todos nas arquibancadas quando o célebre e inigualável placar eletrônico do Maracanã mostrava “10-Zico” como uma assinatura única. Só Ele tinha esse direito. O maior artilheiro da história do campo mais famoso de todos os tempos.

O Manto Sagrado número 10 é o mais vendido sempre e até hoje. O mais conhecido, o mais amado. Eterno e único em nossos corações.

Hoje faz 65 anos do nascimento daquele que nos levou ao topo do mundo ao lado de um grupo de inigualáveis rubro-negros. Sessenta e cinco anos da unanimidade da Nação.

Zico. Quatro letras. Como bola. Não é coincidência.

Por Medium oficial do Clube de Regatas do Flamengo

Dia do Flamenguista realizou homenagens durante a Ação Cidadania Rubro-negra.

Dude, Chiquinho e Vicente durante homenagem na Ação Cidadania Rubro-negra 2018
Na tarde de sábado(03) o Dia do Flamenguista realizou no Papo de Boleiro mais Ação Cidadania Rubro-negra, quando fez a entrega dos troféus Zico e Oswaldo Moreira, a personalidades que se destacaram no esporte de Russas e região do Vale do Jaguaribe, como Marcos Pereira da Silva, o ex-jogador Dude, natural de Jaguaruana, recordista de jogos com a camisa do Fortaleza em seus 100 de história que recebeu o troféu Zico. 

Francisco Assis Gomes(Seu Chiquinho) e Vicente Ferreira Silva(seu Vicente) ambos dirigentes da Sociedade Desportiva Americano, um dos clubes de maior tradição no futebol russano receberam o troféu Oswaldo Moreira, que foi o presidente do Atlético Club Russano(ACR) campeão do intermunicipal de futebol no ano de 1955, natural de Russas era sócio remido do Clube de Regatas do Flamengo. 

Outro homenageado seria Antonio Rodrigues Filho(Toinho Boy) que por problemas de saúde, não compareceu. 

Agradecimento Especial aos apoiadores: Aves e Rações, Odilo Almeida Arquitetura e Engenharia, Pitú, Vereador Rodolfo Nogueira, Sayô Calçados, Comercial São Francisco e Fernando Noka do Papo de Boleiro.

quinta-feira, 1 de março de 2018

Diego critica arbitragem e elogia atuação do Fla: "No geral vejo pontos positivos"

Diego bate boca com adversário durante o jogo (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)
Diego bate boca com adversário durante o jogo (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)
Por Amanda Kestelman, Cahê Mota e Marcelo Baltar, Globo Esporte
Diego deixou o Nilton Santos na bronca. O meia do Flamengo reclamou muito da arbitragem do peruano Michel Espinoza, que validou o primeiro gol do River Plate. Mora estava impedido. A partida terminou 2 a 2, com o time argentino empatando no fim, em chute de Mayada.
- Erros de arbitragem nos prejudicaram muito. Foram erros cruciais. No primeiro gol, uma falta inexistente, um gol com dois ou três jogadores impedidos - lamentou o camisa 10.

O jogador sofreu o pênalti que resultou no gol de Henrique Dourado, o primeiro da equipe. Foi uma das 10 faltas que Diego sofreu na partida. Foi disparado o jogador mais perseguido em campo. Foram 26 faltas cometidas pelo River, contra 14 do Flamengo.

- A equipe se recuperou muito bem psicologicamente, fizemos o segundo gol, mas numa infelicidade eles fizeram o segundo gol. No geral vejo pontos positivos, mas é claro que um empate em casa não era o que queríamos - prosseguiu Diego.